Anatel autoriza reajuste na tarifa de telefonia fixa

Publicado por admin quarta-feira, 4 de janeiro de 2012COMENTE

fotoA Anatel aprovou reajustes de tarifa para a telefonia fixa, incluindo assinatura, tráfego local e de longa distância nacional e internacional. As novas tarifas devem ser publicadas nesta quinta-feira (22), no Diário Oficial da União.

As empresas deverão divulgar os novos preços em jornais de grande circulação já com os valores dos impostos. O reajuste passa a valer a partir da publicação, e deve afetar as contas dos consumidores já em janeiro.

As operadoras Telefônica (Telesp), CTBC e Sercomtel, foram autorizadas a reajustar seus preços de assinatura básica, tráfego local e de longa distância nacional em 1,954%. Para as operadoras vinculadas à Oi (Telemar e Brt), além da Embratel, o reajuste autorizado foi de 1,969%. O reajuste da ligação fixo/móvel (VC) de 2,5% pedido pela Oi sequer analisado pela Anatel, que considerou a taxa excessiva.

VoIP unifica dados de shopping em SP

Publicado por admin quarta-feira, 4 de janeiro de 2012COMENTE

A NEC Latin America implantou um projeto integrado de VoIP no Shopping Mais Largo 13, em São Paulo, para otimizar o tráfego de dados e comunicação do estabelecimento.

Os lojistas não precisaram contratar serviços individualmente. A provedora e a Flashcom Telecomunicações distribuíram um sistema de telefonia e dados ligados à rede local para o tráfego de informações.

foto“O modelo é pioneiro em grandes centros comerciais do país e os usuários e seus clientes passam a pagar apenas pelo serviço utilizado, diminuindo o custo das operações, além de prover mais agilidade por meio das aplicações VoIP”, explica  José Nylton Desenzi, diretor da Flashcom.

Além de reduzir custos, o projeto visa estreitar os gargalos do centro comercial, unificando o tráfego de dados e voz de todas as lojas.

Segundo Luiz Villela, diretor de marketing e negócios da NEC no Brasil, o objetivo é repassar o modelo para os principais centros comerciais brasileiros, aproveitando a alta demanda por conectividade que será gerada em centros comerciais e restaurantes de todo o país com a aproximação dos grandes eventos, como a Copa do Mundo e as Olimpíadas.

Facebook foi maior alvo de ataques em dezembro

Publicado por admin quarta-feira, 4 de janeiro de 2012COMENTE

De acordo com o relatório divulgado pelo laboratório da ESET na América Latina, o Facebook foi o principal alvo das ações dos cibercriminosos em dezembro de 2011. Além disso, a morte do ditador da Coreia do Norte, Kim Jong-II, também foi um dos motes mais utilizados para a propagação de ameaças digitais. Em ambos os casos, constatou-se o uso de estratégias de engenharia social.

No caso específico do Facebook, rede social com maior número de usuários em todo o mundo, a plataforma se mantém como o principal alvo dos ciberciminosos. Em dezembro de 2011, uma das ações detectadas foi um caso de phishing. O ataque utilizava uma postagem no mural das vítimas, convidando-as a assistir a um vídeo no qual supostamente apareciam.

Ao clicar no link, o usuário era direcionado a instalação de um plugin que, na verdade, era um phishing. A ameaça conduzia as vítimas a um site de suposto serviço premium de SMS (envio de mensagens curtas de texto) para outros celulares com custo já incluído.

Ditador
No caso dos ciberataques que utilizaram a morte do líder coreano Kim Hong-il, que teve um enfarte fulminante no último dia 17 de dezembro, os criminosos virtuais divulgaram, por meio do YouTube, uma suposta gravação do momento do falecimento do ditador. Ao clicar no link para assistir ao vídeo, as pessoas eram induzidas a instalar o código malicioso em seus computadores. Para isso, entravam em uma página que prometia conteúdo grátis e ilimitado de séries e filmes em troca da instalação de uma barra de ferramentas para o navegador determinado.

“Os casos de propagação dos códigos maliciosos com o uso de estratégias de engenharia social que apareceram durante o mês de dezembro apenas confirmam o que já havíamos antecipado em nosso relatório Tendências 2012”, diz Sebastián Bortnik, coordenador de Awareness & Research da ESET América Latina. “No documento apontamos que, nos próximos meses, surgirão ameaças que são pouco frequentes, mas de alta complexidade e grande impacto. Poderemos verificar ainda a proliferação de ataques mais simples e de fácil execução para os desenvolvedores.”

Camillo Di Jorge, country manager da ESET no Brasil, acredita que a situação nos próximos meses não deva mudar muito em comparação ao ano de 2011. “Por isso é importante que os internautas, tanto no mercado corporativo como no caso dos usuários finais, tenham um comportamento adequado e preventivo ao utilizar a internet”, diz. “É importante instalar no computador soluções de segurança adequadas para se prevenir contra fraudes e invasões, uma vez que as ofensivas dos cibercriminosos serão cada vez mais sofisticadas”.

Redes sociais são o maior vetor de malwares, dizem empresas

Publicado por admin quarta-feira, 7 de dezembro de 2011COMENTE

Segundo a pesquisa ‘Riscos Globais de Segurança em TI’, realizada pela Kaspersky Lab em parceria com a B2B Internacional e divulgada nesta quarta-feira (7), as redes sociais são vistas como uma das maiores ameaças à segurança dos sistemas corporativos, junto com diversas formas de compartilhamento de arquivos.

O acesso às redes sociais é completamente bloqueado em 53% das empresas entrevistadas, enquanto outros 19% restringem esta atividade de alguma forma. No geral, os dados colocaram as redes como a segunda atividade mais proibida, perdendo apenas para os programas de compartilhamento de arquivos (P2P). As outras atividades que aparecem na lista incluem jogos on-line, acesso a determinados sites, streaming de vídeo e serviços de mensagens instantâneas.

Quando perguntadas sobre as atividades mais perigosas exercidas pelos empregados, as redes sociais foram citadas por 35% das organizações. ”As empresas estão preocupadas não apenas com a produtividade, mas com a segurança, e isso define o escopo de atividades restritas dos funcionários”, diz Costin Raiu, diretor de pesquisa global da Kaspersky Lab. ”As redes sociais são vistas como uma atividade demorada, mas também como uma fonte potencial de ataques de malware e uma ameaça aos dados confidenciais”.

Devido a popularidade e as vulnerabilidades emergentes deste recurso online, as redes tornaram-se um dos principais canais de distribuição de malware. A vulnerabilidade mais notável no Twitter, por exemplo, leva a infecção por malware quando os usuários simplesmente visualizam uma mensagem infectada. De acordo com especialistas da Kaspersky Lab, as redes sociais são alvos de numerosos ataques, por isso a preocupação manifestada pelas empresas é justificada.

Fonte: ipNews

Escola Virtual do Mercosul é inaugurada em Brasília

Publicado por admin quarta-feira, 7 de dezembro de 2011COMENTE

Na quarta-feira (6), foi inaugurada em Brasília, pelo ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aloizio Mercadante, e pela embaixadora da delegação da União Europeia no Brasil, Ana Paula Zacarias, a Escola Virtual do Mercosul. A iniciativa consiste de uma rede de formação e capacitação virtual, integrada por especialistas e instituições de reconhecimento internacional e com representação nos quatro países do bloco sulamericano, e que tem como objetivo desenvolver a economia digital e promover a integração econômica.

A Escola Virtual terá cursos de capacitação online, serviços de informação e comunidades de prática, para cidadãos, micro, pequenos e médios empresários, instituições de ensino e pesquisa, e organizações, dos setores privado e público, nas esferas federal, estadual e municipal, além de atores da sociedade civil.

Entre os produtos oferecidos estão 30 cursos de formação prática, com a presença de tutores especializados, oficinas, conferências, seminários e fóruns online, com conteúdos elaborados por especialistas da área. As temáticas desenvolvidas prioritariamente são na área de comércio eletrônico e abordam assuntos como negócios pela internet, segurança em assinatura digital e eletrônica, redes sociais e posicionamento web, aspectos legais, regulatórios, tributários e alfandegários de comércio eletrônico.

Entre os objetivos da Escola Virtual estão a redução das assimetrias no acesso ao comércio eletrônico e uso das tecnologias da informação e comunicação (TICs), para promover negócios pela internet, tanto no Mercosul quanto na América Latina. No ano passado, o crescimento das economias do bloco foi de 8% em Argentina, Brasil e Uruguai e de 14% no Paraguai, superando todas as outras uniões aduaneiras ou associações de livro comércio do mundo.

O Mercosul também representa 66% do faturamento do comércio eletrônico na América Latina, o que correspondeu, em 2010, a cerca de R$ 17 bilhões. A Escola Virtual é um dos principais resultados do projeto Mercosul Digital, iniciativa de cooperação internacional entre a União Europeia e o Mercosul.

Para saber mais sobre os cursos, o endereço é escolavirtualmercosul.org.

Fonte: ipNews

Tablets ultrapassarão os notebooks convencionais em 2016

Publicado por admin quarta-feira, 7 de dezembro de 2011COMENTE

De acordo com previsões do iSuppli, os tablets vão superar as vendas dos notebooks tradicionais em 2016. Segundo os analistas, as vendas de notebooks terão uma queda progressiva nos próximos anos, algo que será compensado pelo crescimento dos Ultrabooks.

Apesar da perda de espaço dos notebooks tradicionais, o crescimento dos Ultrabooks irá superar o ritmo de retração, mantendo o crescimento dos computadores apesar da queda significativa dos notebooks tradicionais a partir do ano que vem.

O crescimento estimado dos Ultrabooks, porém, não será tão rápido quanto as espectativas da Intel, que calcula que 40% dos notebooks vendidos no ano que vem  sejam deste tipo. Segundo o iSuppli, esta proporção só será alcançada em 2015.

A estimativa da iSuppli é que os Ultrabooks saiam dos 2% do mercado que detêm agora para 12% para o ano que vem, ainda bem distante do “enter mainstream” (tornar-se popular) pregado pela Intel para 2011 e 2012. Ainda assim, o crescimento dos ultrabooks nos próximos anos será o suficiente para garantir o aumento do segmento de notebooks, em geral.

Fonte: ipNews

Cloud deve canibalizar fornecedores de outsourcing

Publicado por admin quarta-feira, 7 de dezembro de 2011COMENTE

O mercado dos serviços de TI – valendo US$ 1 bilhão – deverá passar por  importante ruptura, provocada pela oferta de serviços de TI industrializados e de baixo custo. O Gartner avalia que os fornecedores investirão na adoção de nova estratégia de serviços baseados em cloud computing. Os serviços de nuvem de baixo custo vão canibalizar 15% da receita dos fornecedores de outsourcing em 2015.

A bolha de investimento em redes sociais vai estourar em 2013. E a das redes sociais corporativas, em 2014. Neste mercado, há uma grande variedade de serviços e sobreposição de características competindo por um público finito. Na área empresarial, os fornecedores de pequeno porte lutam para crescer e a consolidação é iminente.

Em 2016, pelo menos 50% dos usuários de e-mail empresarial usarão browser, associado a tablet ou a outro dispositivo móvel, para acessar suas caixas postais, em vez de um cliente de desktop. Conforme as opções para os clientes de e-mail continuarem a surgir, a necessidade de plataformas de gestão de dispositivos móveis aumentará. Os fornecedores serão pressionados a apoiarem os serviços mais usados de colaboração, incluindo os de mensagens instantâneas, de conferência web, de redes sociais e espaços de trabalho partilhados.

Em 2015, os projetos centrados no desenvolvimento de aplicações móveis para smartphones e tablets serão mais numerosos do que os projetos de aplicações nativas para PC, na proporção de quatro para um.

Nos próximos quatro anos os smartphones e tablets representarão mais de 90% do crescimento da adoção de dispositivos nas corporações. O aumento da capacidade das plataformas de aplicações em todas as classes de celulares vai estimular uma nova fronteira de inovação.

Em 2016, cerca de 40% das empresas exigirão dos fornecedores provas de segurança certificadas por entidades independentes como condição para uso de qualquer tipo de serviço de cloud computing.

As entidades de testes não serão o único recurso disponível para as empresas avaliarem a segurança dos serviços de nuvem. A certificação passará a ser alternativa viável ou complemento para testes de terceiros.

Em 2016, 50% das mil maiores empresas mundiais armazenarão dados sensíveis de clientes em uma plataforma de cloud computing pública. Sob pressão para reduzir custos e funcionar com maior eficiência, mais de 20% das organizações estão armazenando dados sensíveis de clientes, seletivamente, em ambiente de nuvem híbrida.

Até 2015, perto de 35% dos gastos empresariais com TI na maioria das organizações passarão a ser geridos fora do orçamento do departamento de TI.

O impacto financeiro do cibercrime vai crescer 10% ao ano até 2016, devido à descoberta contínua de novas vulnerabilidades. O crescimento da cloud computing levará ao surgimento de novas vulnerabilidades de software e métodos de ataque por hackers com motivação financeira.

Até 2015, os preços para 80% dos serviços em cloud computing passarão a incluir sobretaxa de energia global. Alguns operadores de data centers já incluem esta sobretaxa no pacote de preços.

Mais de 85% das 500 maiores empresas classificadas pela Fortune falhará na obtenção de alguma  vantagem competitiva, a partir da exploração eficaz do chamado fenômeno “Big Data”: a emergência descontrolada de dados não estruturados, mas com potencial de extração de informação de negócios muito útil.

Fonte: ipNews

Disputa de grandes operadoras por clientes abre espaço para empreendedores VoIP

Publicado por admin quarta-feira, 7 de dezembro de 2011COMENTE

A batalha das grandes operadoras pelo segundo lugar no ranking de clientes torna o momento propício para empresas VoIP oferecerem preços e qualidade melhores que as das incumbents. Esta é a opinião de Rodrigo Mendes, VP de vendas e marketing da Associated Software Company, que participou do IP Expo. “As menores podem se diferenciar pelo atendimento”.

O executivo também analisou que telecomunicações é um negócio de commodity: “ganha-se no volume. Já trabalhamos com software as a service para Telecom há dez anos. Compra-se minuto na baixa e vende-se na alta, é como mercado de derivativos. Há que se considerar ainda que os prospects não querem mudar para o que não conhecem, pois muitos acham fácil iniciar montar uma operação VoIP devido ao baixo investimento”.

Mendes comenta que além do business plan conter a previsão de quantos minutos se pretende vender, é preciso conhecer quantos minutos a região de atuação demanda. “Definir o foco é importante também: pode ser mercado wholesale, aquisição de alto volume como no negócio de derivativo, compra e venda de minuto aproveitando as altas e baixas; mercado de arbitragem, a partir de uma central, começa a troca de tráfego e a arbitragem da tarifa conforme o volume; mercado retail, que atende o cliente corporativo e precisa de pessoas em campo para instalação equipamento nestas empresas e o mercado de calling cards, operado no geral em lan houses, com cartões que dão direito a um determinado tempo de conversação. Cada um requer uma gestão, investimento etc”.

Ele recomenda também que se defina o tamanho do negócio a ser montado, a qualidade que se ofertará e a tecnologia a ser adotada. “O ideal é investir inicialmente mais em aquisição de clientes, além de definir a região de atuação e verificar o que a base geográfica pode oferecer. São necessárias alianças de infraestrutura e desenvolvimento, além de escolher um bom canal de distribuição, que será como um sobrenome da empresa”.

O executivo orienta para que se conheça a concorrência e troque experiências para fazer negócios. “Já fizemos compras coletivas para clientes da área e conseguimos descontos significativos em equipamentos importados. Mas se o empreendedor não tiver capital, o jeito é repassar um pouco do custo ao cliente”.

Fonte: ipNews

Câmara “congela” projeto de crimes cibernéticos

Publicado por admin quarta-feira, 7 de dezembro de 2011COMENTE

A Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara (CCTCI), que analisa em caráter terminativo o projeto de lei sobre crimes cometidos com o uso da Internet, mais conhecido como PL Azeredo por conta do substitutivo que substituiu a proposta original, adiou novamente a votação do texto nesta quarta-feira, 30/11.

A liderança do PT e técnicos do Ministério da Justiça não chegaram a um acordo e a questão continua pendente. O relator do PL 84/99, Eduardo Azeredo (PSDB-MG) ainda pode tentar um “acordo de verão” com o governo, mas o ímpeto de votar logo o projeto perdeu força e já não se fala mais em nova data para colocar a proposta em pauta, sinal de falta de apoio.

O presidente da CCTCI, Bruno Araújo (PSDB-PE) estima que se não houver entendimento, o PL vai para o voto. A ideia é não terminar esse período legislativo com o projeto engavetado na comissão.

O governo e os deputados desfavoráveis ao PL Azeredo devem ver o andamento do projeto de Marco Civil da Internet sem atropelos, mesmo que ele aconteça a passos lentos.
Também há uma proposta alternativa, elaborada pelos petistas Paulo Teixeira (SP) e Emiliano José (BA), além das deputadas Luiza Erundina (PSB-SP) e Manuela D´Ávila (PCdoB-RS) e João Arruda (PMDB-PR), que é uma versão resumida do substitutivo do deputado mineiro. O relator foi convidado para participar desta proposta, mas ele não aceitou.

Azeredo tinha demonstrado que modificaria sua proposta para se aproximar do texto “alternativo”, mas o estágio de tramitação do PL 84/99, aprovado na Câmara e modificado no Senado, só permite que sejam retirados itens, não acrescentados.

Esse projeto alternativo, oficialmente protocolado na Câmara, deve tipificar três crimes: invadir rede de computadores, dispositivo de comunicação ou sistema informatizado; utilizar, alterar ou destruir as informações obtidas ou causar dano ao sistema informatizado e inserir ou difundir código malicioso em dispositivo de comunicação, rede de computadores ou sistema informatizado sem a autorização de seu legítimo titular.

Fonte: ipNews

O desafio do crescimento e a mão de obra qualificada em uma PME

Publicado por admin quarta-feira, 7 de dezembro de 2011COMENTE

Atualmente, a escassez de mão de obra é um problema que afeta empresas dos mais variados setores da economia. Independentemente da área de atuação, a busca por mão de obra qualificada está cada vez mais difícil, seja pela concorrência acirrada ou pela falta de capacitação dos profissionais disponíveis.

Nas pequenas e médias empresas (PMEs), a realidade não é diferente. Representando mais de 98% das empresas em operação no Brasil, segundo dados do Sebrae-SP, as PMEs são responsáveis pelo maior fluxo de trabalhadores no País. Porém, são empresas que mais convivem com riscos de falência e desestruturação interna, principalmente pela alta competitividade e gestão ineficaz. Portanto, necessitam de pessoas comprometidas, motivadas e que façam a diferença na empresa e pela sua valorização no mercado.

Assim, os pequenos e médios empresários precisam estar atentos à captação e manutenção destes profissionais. Atualmente, os jovens, ou a geração Y, formam um grupo em maior número de pessoas disponíveis no mercado e de grande potencial para aprendizado e comprometimento. Mas, onde e como os procurar?

Essa geração pode ser facilmente localizada principalmente pelo acesso diário à Internet, às notícias do mercado nacional e internacional, além de serem integrados em portais de empresas de Recursos Humanos, especializadas em Recrutamento e Seleção de Pessoas.

Para os iniciantes, que buscam as grandes empresas, os programas de trainees e estágios são a porta de entrada para estas companhias. No entanto, o processo seletivo para estes programas é acirrado e exige muitíssimo do candidato, desde formação superior, conhecimento teórico, até o domínio de outros idiomas e outras especialidades.

Já as PMEs, por serem em maior número, o grande chamariz é o formato de trabalho diferente. Enquanto em uma grande empresa o jovem pode se sentir frustrado por não conseguir criar, desenvolver e expressar sua opinião em projetos e ações diversos, dado ao formato dessas organizações, em uma pequena ou média ele pode ser convidado a inovar e a desenvolver os projetos que idealiza.

Em uma PME, dificilmente um colaborador teria o sentimento de ser apenas “um em um milhão”. Isso porque, neste tipo de organização, os funcionários trabalham mais próximos uns aos outros e o diálogo e a troca de idéias é algo natural. Nestas empresas há uma dinâmica entre os funcionários e a própria direção, sendo que todos podem dar e receber sugestões.

Esse é o grande diferencial de se trabalhar em uma PME: as oportunidades e a construção de relacionamentos são maiores. O trabalho pode ser discutido não apenas na área de sua responsabilidade, mas sim com qualquer profissional que esteja próximo. A PME se traduz, na maioria dos casos, em oportunidade de vivenciar um ambiente menos hierarquizado, onde o profissional tem liberdade para expor ideias e, algumas vezes, mais oportunidades de crescimento.

Fonte: ipNews

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